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	<title>Eventos &#8211; Referencial Psicológico</title>
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	<description>Promoção da saúde e qualidade de vida</description>
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	<title>Eventos &#8211; Referencial Psicológico</title>
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	<item>
		<title>Grupo de Estudos Lendo Ferenczi -vol 1</title>
		<link>https://referencialpsicologico.com.br/produto/grupo-de-estudos-lendo-ferenczi-vol-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<h1 data-path-to-node="3">Grupo de Estudos: As Obras Completas de Sándor Ferenczi</h1>
<h2 data-path-to-node="4">Mergulho no Volume I (1908 - 1912) – As Bases da Clínica e o conceito de  Introjeção</h2>
<p data-path-to-node="5"><b data-path-to-node="5" data-index-in-node="0">Retorne às origens do pensamento clínico: venha estudar o Volume I conosco!</b></p>
<p data-path-to-node="6">Sándor Ferenczi, o mais íntimo colaborador de Freud, começou sua jornada psicanalítica não apenas como um seguidor, mas como um observador perspicaz das nuances que a teoria clássica ainda não alcançava. O <b data-path-to-node="6" data-index-in-node="206">Volume I: Psicanálise I</b> reúne os escritos onde Ferenczi lança as sementes de toda a sua obra posterior, focando na elasticidade da técnica e na sensibilidade do analista.</p>
<p data-path-to-node="7">Neste ciclo, exploraremos o nascimento de conceitos que mudaram o rumo da psicanálise e que são ferramentas indispensáveis para a prática clínica contemporânea.</p>


<hr data-path-to-node="8" />

<h3 data-path-to-node="9">Por que o Volume I é essencial para sua formação?</h3>
<p data-path-to-node="10">Estudar o primeiro volume de Ferenczi é compreender como a psicanálise se tornou uma técnica de acolhimento. É nesta fase que ele diferencia a projeção (mecanismo paranoide) da <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="177">Introjeção</b> (mecanismo de expansão do Ego), oferecendo uma nova luz sobre o tratamento das neuroses e psicoses.</p>
<p data-path-to-node="11"><b data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">Os grandes eixos deste volume:</b></p>

<ul data-path-to-node="12">
 	<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">O Vínculo Analítico:</b> As primeiras formulações sobre a transferência e como o analista é "incluído" no psiquismo do paciente.</p>
</li>
 	<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">A Simbologia e o Sintoma:</b> Uma análise profunda sobre a linguagem dos sonhos, dos chistes e dos sintomas psicossomáticos.</p>
</li>
 	<li>
<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">A Ética do Cuidado:</b> O início da preocupação de Ferenczi com a honestidade do analista e o impacto da presença real no tratamento.</p>
</li>
</ul>

<hr data-path-to-node="13" />

<h3 data-path-to-node="14">O Texto de Ouro: "Transferência e Introjeção" (1909)</h3>
<p data-path-to-node="15">Este é, sem dúvida, o coração do Volume I. Nele, Ferenczi introduz o conceito de <b data-path-to-node="15" data-index-in-node="81">Introjeção</b>: a capacidade do indivíduo de incluir o mundo externo (e o analista) em seu círculo de interesses.</p>
<p data-path-to-node="16">Enquanto a <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="11">projeção</b> expulsa o que é desagradável para o exterior, a <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="68">introjeção</b> busca ampliar o Ego através do amor e do investimento libidinal. Para o clínico, entender esse processo é a chave para manejar a transferência com pacientes que possuem dificuldades em estabelecer vínculos.</p>


<hr data-path-to-node="17" />

<h3 data-path-to-node="18">Cronologia das Leituras (Destaques do Volume I)</h3>
<table data-path-to-node="19">
<thead>
<tr>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>Título do Texto</strong></td>
<td><strong>O que você vai aprender</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,1,0,0"><b data-path-to-node="19,1,0,0" data-index-in-node="0">1908</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,1,1,0">A Psicanálise das Neuroses</span></td>
<td><span data-path-to-node="19,1,2,0">A base teórica das formações de sintomas.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,2,0,0"><b data-path-to-node="19,2,0,0" data-index-in-node="0">1909</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,2,1,0"><b data-path-to-node="19,2,1,0" data-index-in-node="0">Transferência e Introjeção</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,2,2,0">O texto fundamental para a técnica clínica.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,3,0,0"><b data-path-to-node="19,3,0,0" data-index-in-node="0">1910</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,3,1,0">Palavras Obscenas</span></td>
<td><span data-path-to-node="19,3,2,0">O impacto da linguagem e do afeto na sessão.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,4,0,0"><b data-path-to-node="19,4,0,0" data-index-in-node="0">1911</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,4,1,0">O papel da homossexualidade na paranoia</span></td>
<td><span data-path-to-node="19,4,2,0">Uma revisão clínica sobre a projeção.</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="19,5,0,0"><b data-path-to-node="19,5,0,0" data-index-in-node="0">1912</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="19,5,1,0">O conceito de Introjeção</span></td>
<td><span data-path-to-node="19,5,2,0">O aprofundamento do Ego como "esponja" de afetos.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>

<hr data-path-to-node="20" />

<h3 data-path-to-node="21">Por que estudar na Clínica Referencial Psicológico?</h3>
<p data-path-to-node="22">Nosso grupo de estudos não se limita à teoria árida. Sob a coordenação das <b data-path-to-node="22" data-index-in-node="74">Psicólogas Cristiane Vieira e Adriane de Rose</b>, buscamos articular cada parágrafo de Ferenczi com os desafios que enfrentamos hoje no consultório: a solidão do paciente, as dificuldades de simbolização e a necessidade de uma clínica mais humana e menos rígida.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-path-to-node="3">Grupo de Estudos: As Obras Completas de Sándor Ferenczi</h1>
<h2 data-path-to-node="4">Mergulho no Volume I (1908 - 1912) – As Bases da Clínica e o conceito de  Introjeção</h2>
<p data-path-to-node="5"><b data-path-to-node="5" data-index-in-node="0">Retorne às origens do pensamento clínico: venha estudar o Volume I conosco!</b></p>
<p data-path-to-node="6">Sándor Ferenczi, o mais íntimo colaborador de Freud, começou sua jornada psicanalítica não apenas como um seguidor, mas como um observador perspicaz das nuances que a teoria clássica ainda não alcançava. O <b data-path-to-node="6" data-index-in-node="206">Volume I: Psicanálise I</b> reúne os escritos onde Ferenczi lança as sementes de toda a sua obra posterior, focando na elasticidade da técnica e na sensibilidade do analista.</p>
<p data-path-to-node="7">Neste ciclo, exploraremos o nascimento de conceitos que mudaram o rumo da psicanálise e que são ferramentas indispensáveis para a prática clínica contemporânea.</p>


<hr data-path-to-node="8" />

<h3 data-path-to-node="9">Por que o Volume I é essencial para sua formação?</h3>
<p data-path-to-node="10">Estudar o primeiro volume de Ferenczi é compreender como a psicanálise se tornou uma técnica de acolhimento. É nesta fase que ele diferencia a projeção (mecanismo paranoide) da <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="177">Introjeção</b> (mecanismo de expansão do Ego), oferecendo uma nova luz sobre o tratamento das neuroses e psicoses.</p>
<p data-path-to-node="11"><b data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">Os grandes eixos deste volume:</b></p>

<ul data-path-to-node="12">
 	<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">O Vínculo Analítico:</b> As primeiras formulações sobre a transferência e como o analista é "incluído" no psiquismo do paciente.</p>
</li>
 	<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">A Simbologia e o Sintoma:</b> Uma análise profunda sobre a linguagem dos sonhos, dos chistes e dos sintomas psicossomáticos.</p>
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<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">A Ética do Cuidado:</b> O início da preocupação de Ferenczi com a honestidade do analista e o impacto da presença real no tratamento.</p>
</li>
</ul>

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<h3 data-path-to-node="14">O Texto de Ouro: "Transferência e Introjeção" (1909)</h3>
<p data-path-to-node="15">Este é, sem dúvida, o coração do Volume I. Nele, Ferenczi introduz o conceito de <b data-path-to-node="15" data-index-in-node="81">Introjeção</b>: a capacidade do indivíduo de incluir o mundo externo (e o analista) em seu círculo de interesses.</p>
<p data-path-to-node="16">Enquanto a <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="11">projeção</b> expulsa o que é desagradável para o exterior, a <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="68">introjeção</b> busca ampliar o Ego através do amor e do investimento libidinal. Para o clínico, entender esse processo é a chave para manejar a transferência com pacientes que possuem dificuldades em estabelecer vínculos.</p>


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<h3 data-path-to-node="18">Cronologia das Leituras (Destaques do Volume I)</h3>
<table data-path-to-node="19">
<thead>
<tr>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>Título do Texto</strong></td>
<td><strong>O que você vai aprender</strong></td>
</tr>
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<tr>
<td><span data-path-to-node="19,1,0,0"><b data-path-to-node="19,1,0,0" data-index-in-node="0">1908</b></span></td>
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<h3 data-path-to-node="21">Por que estudar na Clínica Referencial Psicológico?</h3>
<p data-path-to-node="22">Nosso grupo de estudos não se limita à teoria árida. Sob a coordenação das <b data-path-to-node="22" data-index-in-node="74">Psicólogas Cristiane Vieira e Adriane de Rose</b>, buscamos articular cada parágrafo de Ferenczi com os desafios que enfrentamos hoje no consultório: a solidão do paciente, as dificuldades de simbolização e a necessidade de uma clínica mais humana e menos rígida.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Combos para Grupos de Estudo</title>
		<link>https://referencialpsicologico.com.br/produto/combos-para-grupos-de-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:10:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Referencial oferece diversos Grupos de Estudos e Cursos e as inscrições em dois ou mais grupos podem ser feitos como COMBOS.

Abaixo as opções para inscrição por categorias (estudantes ou profissionais)

Caso seu grupo ou curso não encontre-se alí entre em contato com o admistrativo do Centro de Estudos e Clínica para receber o link.

WhatsApp 51 984818584

*<strong> Valores mensais pagos até dia 05 de cada mês </strong>

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A Referencial oferece diversos Grupos de Estudos e Cursos e as inscrições em dois ou mais grupos podem ser feitos como COMBOS.

Abaixo as opções para inscrição por categorias (estudantes ou profissionais)

Caso seu grupo ou curso não encontre-se alí entre em contato com o admistrativo do Centro de Estudos e Clínica para receber o link.

WhatsApp 51 984818584

*<strong> Valores mensais pagos até dia 05 de cada mês </strong>

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			</item>
		<item>
		<title>Grupo de Estudos sobre Perinatalidade</title>
		<link>https://referencialpsicologico.com.br/produto/grupo-de-estudos-sobre-perinatalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 14:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<strong>Estudos em Perinatalidade</strong>

Se você é profissional da saúde, psicólogo ou estudante, temos um convite especial para você!

Participe dos nossos estudos quinzenais em Perinatalidade, promovidos pelo <em>Núcleo Esssencial Cuidado Materno Infantil.</em>

Em nossos encontros, aprofundaremos temas essenciais para o cuidado integral de mães, bebês e famílias, construindo um espaço de conhecimento e troca de experiências.

A psicologia perinatal é uma área específica que se dedica ao estudo e cuidado das questões psicológicas relacionadas à gravidez, parto e puerpério. O psicólogo perinatal auxilia as famílias a lidar com as transformações emocionais, adaptação à nova dinâmica familiar e prevenção de problemas psicológicos.

Iniciaremos nossos estudos pelo livro "A travessia da maternidade" da psicanalista Paula Nogueira Komniski. A obra, baseada na pesquisa de doutorado da autora, discute a crise psíquica na transição para a parentalidade, questionando o conceito de "amor materno instintivo" como uma imposição social. O livro aborda temas como depressão pós-parto e os altos índices de cesáreas no Brasil, e é destinado a profissionais de saúde, psicanalistas, professores e mulheres que desejam refletir sobre a gestação. O objetivo principal é tornar a maternidade um tema de discussão e acolhimento, para que as mulheres não passem por essa experiência sozinhas.

O grupo de estudo ocorrerá quinzenalmente nas quintas – feiras às 9h.

Te inscreve e venha participar deste estudo e discussão tão necessária para saúde mental da mulher e da comunidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<strong>Estudos em Perinatalidade</strong>

Se você é profissional da saúde, psicólogo ou estudante, temos um convite especial para você!

Participe dos nossos estudos quinzenais em Perinatalidade, promovidos pelo <em>Núcleo Esssencial Cuidado Materno Infantil.</em>

Em nossos encontros, aprofundaremos temas essenciais para o cuidado integral de mães, bebês e famílias, construindo um espaço de conhecimento e troca de experiências.

A psicologia perinatal é uma área específica que se dedica ao estudo e cuidado das questões psicológicas relacionadas à gravidez, parto e puerpério. O psicólogo perinatal auxilia as famílias a lidar com as transformações emocionais, adaptação à nova dinâmica familiar e prevenção de problemas psicológicos.

Iniciaremos nossos estudos pelo livro "A travessia da maternidade" da psicanalista Paula Nogueira Komniski. A obra, baseada na pesquisa de doutorado da autora, discute a crise psíquica na transição para a parentalidade, questionando o conceito de "amor materno instintivo" como uma imposição social. O livro aborda temas como depressão pós-parto e os altos índices de cesáreas no Brasil, e é destinado a profissionais de saúde, psicanalistas, professores e mulheres que desejam refletir sobre a gestação. O objetivo principal é tornar a maternidade um tema de discussão e acolhimento, para que as mulheres não passem por essa experiência sozinhas.

O grupo de estudo ocorrerá quinzenalmente nas quintas – feiras às 9h.

Te inscreve e venha participar deste estudo e discussão tão necessária para saúde mental da mulher e da comunidade.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo de Estudos Winnicott</title>
		<link>https://referencialpsicologico.com.br/produto/grupo-de-estudos-winnicott/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 13:21:12 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://referencialpsicologico.com.br/?post_type=product&#038;p=2714</guid>

					<description><![CDATA[<div class="et_pb_module et_pb_post_title et_pb_post_title_0_tb_body et_pb_bg_layout_light et_pb_text_align_left">
<div class="et_pb_title_container">

O Centro de Estudos e Clínica Referencial Psicológico promove grupo de estudos online destinado ao estudo da obra de D. Winnicott. Nosso grupo é aberto a todos os colegas da área da saúde, educação e estudantes de psicologia e demais áreas. Para fazer parte do grupo não é necessário ter conhecimento prévio em psicanálise ou na obra de Winnicott, basta sentir vontade de conhecer ou aprofundar conceitos tão especiais para nossa prática e para entendimento da natureza humana.

Oferecemos certificados, informe na secretaria.

Coordenação: Adriane de Rose - Psicóloga e Supervisora

<strong>Informações: 51 984818584</strong>

<em>Quem foi Donald Woods Winnicott?</em>

</div>
</div>
<div class="et_pb_module et_pb_post_content et_pb_post_content_0_tb_body">

Pediatra e psicanalista, nasceu numa próspera família de Plymouth, na Grã-Bretanha, em 7 de abril de 1896, e morreu em Londres, em 25 de janeiro de 1971. Donald tinha duas irmãs mais velhas e aos 14 anos foi para um internato. Posteriormente ingressou na Universidade de Cambridge onde estudou biologia e depois medicina. Entretanto, irrompeu a guerra de 1914-18, o que o levou a servir como estagiário de cirurgia e oficial médico em um destróier. Em 1923, foi indicado para o The Queen’s Hospital for Children e também para o Paddington Green Hospital for Children, onde permaneceu pelos 40 anos seguintes, trabalhando como pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista.

Foi um colaborador de jornais médicos, psiquiátricos e psicanalíticos, e também escreveu para revistas destinadas ao público em geral, nas quais discutia problemas das crianças e das famílias. Sua extensa obra foi dedicada à construção da teoria do amadurecimento pessoal (um caminho a ser percorrido partindo da dependência absoluta e dependência relativa rumo à independência relativa), que, além de constituir uma teoria da saúde, com descrição das tarefas impostas, desde o início da vida, pelo próprio amadurecimento, configura também o horizonte teórico necessário para a compreensão da natureza e etiologia dos distúrbios psíquicos.

A distinção de seu trabalho, metodologicamente, em relação a Freud e outros, foi a decisão de estudar o bebê e sua mãe como uma “unidade psíquica”, o que lhe permitia observar a sucessão de mães e bebês e obter conhecimento referente à constelação mãe-bebê, e não como dois seres puramente distintos. Assim, não há como descrever um bebê sem falar de sua mãe, pois, no início, o ambiente é a mãe e apenas gradualmente vai se transformando em algo externo e separado do bebê.

O ambiente facilitador é a mãe suficientemente boa, porque atende ao bebê na medida exata das necessidades deste, e não de suas próprias necessidades. Esta adaptação da mãe torna o bebê capaz de ter uma experiência de onipotência e cria a ilusão necessária a um desenvolvimento saudável.

O conceito de “Preocupação Materna Primária” pode ser comparado a um estado de retraimento da mãe e é necessário para que ela possa estar envolvida emocionalmente com seu bebê. Uma grande contribuição do autor refere-se ao conceito dos objetos transicionais e fenômenos transicionais que surgem na superação do estágio de dependência absoluta em direção à dependência relativa, sendo que não é importante o objeto que está sendo utilizado, mas sim, o uso que a criança faz desse objeto. Ele se coloca na zona intermediária, na separação entre a mãe e o bebê, ajudando a tolerar a angústia de separação e ausência materna.

Para Winnicott, o potencial inato de crescimento num bebê se expressava em gestos espontâneos. Se a mãe responde apropriadamente a esses gestos, a qualidade da adaptação proporciona um núcleo crescente de experiência para o bebê, o qual resulta num senso de completude, força e confiança, que ele chama de “verdadeiro self”. A sua crescente força permite ao bebê lidar com posteriores frustrações e fracassos relativos por parte da mãe, sem perder sua vivacidade.

Se a mãe é incapaz de responder adequadamente aos gestos do bebê, este desenvolve a capacidade de adaptar-se e submeter-se às “invasões” da mãe, isto é, às iniciativas e exigências dela, e sua espontaneidade é gradualmente perdida. Winnicott chamou este desenvolvimento defensivo de “falso self”. Quanto maior o “desajuste” entre mãe e o bebê, maior a distorção e interrupção no desenvolvimento da personalidade deste.

Para Winnicott, a psicopatia ou tendência anti-social caracteriza-se como um transtorno no qual a falha ambiental tem um importante papel. O jogo da espátula teve sua origem na clínica diagnóstica de mães e bebês e o jogo dos rabiscos surgiu de sua prática psiquiátrica com crianças.

A teoria de Winnicott baseia-se no fato de que a psique não é uma estrutura pré-existente e sim algo que vai se constituindo a partir da elaboração imaginativa do corpo e de suas funções – o que constitui o binômio psique-soma. Essa elaboração se faz a partir da possibilidade materna de exercer funções primordiais como o holding (permite a integração no tempo e no espaço), handling (permite o alojamento da psique no corpo) e a apresentação de objetos (permite o contato com a realidade).

O psique-soma inicial prossegue ao longo de uma linha de desenvolvimento desde que sua continuidade de existência não seja perturbada, e para que isso ocorra, é necessário um ambiente suficientemente bom onde as necessidades do bebê sejam satisfeitas.

Um ambiente mau é sentido como uma invasão à qual o psicossoma (o bebê) precisa reagir e esta reação perturba a continuidade de existência do bebê. O adoecimento, então, se dá devido a perturbações na relação mãe-bebê que provocam falhas no desenvolvimento do indivíduo. Tais perturbações criam uma sensação de falta de fronteiras no corpo, ameaças de despersonalização, angústias impensáveis, ameaças de desintegração e despedaçamento, de cair para sempre, e falta de coesão psicossomática.

<a href="https://febrapsi.org/publicacoes/biografias/donald-woods-winnicott/">https://febrapsi.org/publicacoes/biografias/donald-woods-winnicott/</a>

</div>
Coordenação: Adriane de Rose - Psicóloga e Supervisora

Inscreva-se!]]></description>
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O Centro de Estudos e Clínica Referencial Psicológico promove grupo de estudos online destinado ao estudo da obra de D. Winnicott. Nosso grupo é aberto a todos os colegas da área da saúde, educação e estudantes de psicologia e demais áreas. Para fazer parte do grupo não é necessário ter conhecimento prévio em psicanálise ou na obra de Winnicott, basta sentir vontade de conhecer ou aprofundar conceitos tão especiais para nossa prática e para entendimento da natureza humana.

Oferecemos certificados, informe na secretaria.

Coordenação: Adriane de Rose - Psicóloga e Supervisora

<strong>Informações: 51 984818584</strong>

<em>Quem foi Donald Woods Winnicott?</em>

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Pediatra e psicanalista, nasceu numa próspera família de Plymouth, na Grã-Bretanha, em 7 de abril de 1896, e morreu em Londres, em 25 de janeiro de 1971. Donald tinha duas irmãs mais velhas e aos 14 anos foi para um internato. Posteriormente ingressou na Universidade de Cambridge onde estudou biologia e depois medicina. Entretanto, irrompeu a guerra de 1914-18, o que o levou a servir como estagiário de cirurgia e oficial médico em um destróier. Em 1923, foi indicado para o The Queen’s Hospital for Children e também para o Paddington Green Hospital for Children, onde permaneceu pelos 40 anos seguintes, trabalhando como pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista.

Foi um colaborador de jornais médicos, psiquiátricos e psicanalíticos, e também escreveu para revistas destinadas ao público em geral, nas quais discutia problemas das crianças e das famílias. Sua extensa obra foi dedicada à construção da teoria do amadurecimento pessoal (um caminho a ser percorrido partindo da dependência absoluta e dependência relativa rumo à independência relativa), que, além de constituir uma teoria da saúde, com descrição das tarefas impostas, desde o início da vida, pelo próprio amadurecimento, configura também o horizonte teórico necessário para a compreensão da natureza e etiologia dos distúrbios psíquicos.

A distinção de seu trabalho, metodologicamente, em relação a Freud e outros, foi a decisão de estudar o bebê e sua mãe como uma “unidade psíquica”, o que lhe permitia observar a sucessão de mães e bebês e obter conhecimento referente à constelação mãe-bebê, e não como dois seres puramente distintos. Assim, não há como descrever um bebê sem falar de sua mãe, pois, no início, o ambiente é a mãe e apenas gradualmente vai se transformando em algo externo e separado do bebê.

O ambiente facilitador é a mãe suficientemente boa, porque atende ao bebê na medida exata das necessidades deste, e não de suas próprias necessidades. Esta adaptação da mãe torna o bebê capaz de ter uma experiência de onipotência e cria a ilusão necessária a um desenvolvimento saudável.

O conceito de “Preocupação Materna Primária” pode ser comparado a um estado de retraimento da mãe e é necessário para que ela possa estar envolvida emocionalmente com seu bebê. Uma grande contribuição do autor refere-se ao conceito dos objetos transicionais e fenômenos transicionais que surgem na superação do estágio de dependência absoluta em direção à dependência relativa, sendo que não é importante o objeto que está sendo utilizado, mas sim, o uso que a criança faz desse objeto. Ele se coloca na zona intermediária, na separação entre a mãe e o bebê, ajudando a tolerar a angústia de separação e ausência materna.

Para Winnicott, o potencial inato de crescimento num bebê se expressava em gestos espontâneos. Se a mãe responde apropriadamente a esses gestos, a qualidade da adaptação proporciona um núcleo crescente de experiência para o bebê, o qual resulta num senso de completude, força e confiança, que ele chama de “verdadeiro self”. A sua crescente força permite ao bebê lidar com posteriores frustrações e fracassos relativos por parte da mãe, sem perder sua vivacidade.

Se a mãe é incapaz de responder adequadamente aos gestos do bebê, este desenvolve a capacidade de adaptar-se e submeter-se às “invasões” da mãe, isto é, às iniciativas e exigências dela, e sua espontaneidade é gradualmente perdida. Winnicott chamou este desenvolvimento defensivo de “falso self”. Quanto maior o “desajuste” entre mãe e o bebê, maior a distorção e interrupção no desenvolvimento da personalidade deste.

Para Winnicott, a psicopatia ou tendência anti-social caracteriza-se como um transtorno no qual a falha ambiental tem um importante papel. O jogo da espátula teve sua origem na clínica diagnóstica de mães e bebês e o jogo dos rabiscos surgiu de sua prática psiquiátrica com crianças.

A teoria de Winnicott baseia-se no fato de que a psique não é uma estrutura pré-existente e sim algo que vai se constituindo a partir da elaboração imaginativa do corpo e de suas funções – o que constitui o binômio psique-soma. Essa elaboração se faz a partir da possibilidade materna de exercer funções primordiais como o holding (permite a integração no tempo e no espaço), handling (permite o alojamento da psique no corpo) e a apresentação de objetos (permite o contato com a realidade).

O psique-soma inicial prossegue ao longo de uma linha de desenvolvimento desde que sua continuidade de existência não seja perturbada, e para que isso ocorra, é necessário um ambiente suficientemente bom onde as necessidades do bebê sejam satisfeitas.

Um ambiente mau é sentido como uma invasão à qual o psicossoma (o bebê) precisa reagir e esta reação perturba a continuidade de existência do bebê. O adoecimento, então, se dá devido a perturbações na relação mãe-bebê que provocam falhas no desenvolvimento do indivíduo. Tais perturbações criam uma sensação de falta de fronteiras no corpo, ameaças de despersonalização, angústias impensáveis, ameaças de desintegração e despedaçamento, de cair para sempre, e falta de coesão psicossomática.

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Coordenação: Adriane de Rose - Psicóloga e Supervisora

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